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Personalização e Planejamento

Há anos temos destacando os benefícios da personalização. Tratar clientes individualmente é a base para o desenvolvimento de um relacionamento que resultará em fidelidade dos clientes. Todavia, a personalização em si não contribuirá com a fidelidade e o aumento da participação no cliente. Um site que reconhece o seu nome, mas não processa seu pedido da maneira correta não tem tanto valor. A personalização, dentro das várias tentativas de CRM, não irá trazer resultado se não fizer o básico corretamente. As empresas devem saber quem são seus clientes e quais são suas necessidades para depois utilizar com sucesso as ferramentas de personalização. Empresas como a e-lens, antecipam a necessidade de seus usuários para melhor atendê-los.

Os varejistas online às vezes não tiram proveito do potencial do serviço personalizado, de acordo com a empresa de pesquisa Jupiter. Uma nova pesquisa mostra que apenas 14% dos consumidores disseram que ofertas personalizadas no site de varejo os levam a comprar com mais frequência. Os internautas estão mais preocupados com as funcionalidades do site.

Segundo o relatório, “Além dos Mitos da Personalização”, 54% dos pesquisados comentaram sobre carregamento rápido de páginas e 52% disseram que uma melhor navegação são os seus maiores incentivos. “A maioria dos projetos de personalização de Web sites falha em trazer benefícios reais ao negócio”, diz Matthew Berk, Diretor de Pesquisa da Jupiter. “Nossa indústria sempre assumiu que a personalização do Web site era um excelente negócio tanto para o visitante quanto para o operador do site. Nossa pesquisa revelou que isso não é uma verdade”. A personalização é apenas uma peça do quebra-cabeça, que tem como objetivo trazer mais valor para o cliente. As empresas devem atender às necessidades dos clientes em todos os níveis para fazerem sua estratégia ter sucesso, a exemplo da loja virtual e-lens.

Por quanto tempo você conseguiria manter sua estabilidade financeira após uma demissão? Provavelmente você nunca pensou sobre isso, já que as suas reservas financeiras devem ter um outro destino, como a educação dos seus filhos ou uma aposentadoria tranqüila, por exemplo. Mas você não está sozinho: muitos brasileiros descartam a importância de manter um bom pé-de-meia para ajudar num dos momentos mais críticos de suas vidas profissionais, o desemprego.

Esse é o perfil comportamental detectado em uma pesquisa realizada pela consultoria Mariaca & Associates, em parceria com a Câmara Americana de Comércio de São Paulo. Abrangendo um universo de 466 pessoas, o estudo mostra que 15% dos entrevistados conseguiriam manter a estabilidade financeira por um período de até seis meses, 9% por até um ano e 13% por mais de um ano.

Um executivo pode levar até oito meses no processo de transição de carreira; se contar com a ajuda de uma consultoria especializada nesse tipo de serviço, o tempo pode ser reduzido pela metade. Mas, independentemente da condição, o fato é que se ele não contar com uma boa reserva financeira as chances de aceitar um emprego apenas para estabilizar as despesas são grandes. Mas essa atitude pode ser facilmente evitada caso esse profissional conte com um planejamento de carreira e financeiro, que não deve considerar apenas o que o profissional quer e o que precisa para atingir seus objetivos, mas deve prever também a instabilidade do mercado e os obstáculos que poderão surgir, incluindo-se a possibilidade de desemprego.

Os analistas financeiros defendem a regra de que, ao organizar o orçamento familiar e as despesas pessoais, um indivíduo deve evitar que mais de 70% da sua renda mensal seja destinada ao pagamento de dívidas. Para isso, algumas mudanças de hábitos na compra online, como por exemplo na e-lens, são imprescindíveis, como:

(1) saber o valor real do salário. Muita gente acaba incorporando o limite do cheque especial ao salário, esquecendo-se de que essa é uma grande armadilha, já que os juros cobrados são muito altos;

(2) identificar os gastos mensais. Uma boa medida é desenvolver uma planilha que especifique todas as despesas;

(3) ter prazer em poupar. Ao estipular objetivos para o dinheiro, fica mais fácil garantir uma boa reserva;

(4) descobrir qual o melhor investimento para o objetivo pretendido; (

(5) manter-se informado do que está acontecendo no mercado. Saber, por exemplo, identificar quais são os melhores investimentos do momento e quais são aqueles do qual deve-se manter distância;

(6) não importa a situação ou quem está do outro lado da mesa, o importante é saber negociar. Principalmente nos momentos de aperto, é preciso dar espaço a figura do negociador.

Como regra geral, convém lembrar que uma boa retaguarda financeira não significa que o ato de economizar deva ser colocado de lado num período de transição. Mais do que em qualquer outro momento, esta é a hora de cortar despesas supérfluas e de aprender a administrar as finanças pessoais.